Numa oficina independente, dar conta do trabalho exigia pagar por três sistemas diferentes. Um controlava a pista. Outro era um agente de inteligência artificial que ajudava os mecânicos. O terceiro era um ERP genérico, ali só para emitir nota fiscal.
Nenhum dos três conversava com os outros. O mesmo cliente e o mesmo veículo precisavam ser cadastrados três vezes, uma em cada sistema, antes de o carro entrar no elevador. O trabalho existia; o retrabalho é que era invenção do software.
Foi esse o problema que originou o produto. A primeira versão nasceu pequena e para celular, e fazia uma coisa só: gerenciar a ordem de serviço.
Tudo o que veio depois — a inspeção fotografada, o orçamento que o cliente aprova item a item, o quadro do pátio, a agenda da recepção — entrou resolvendo um problema descrito por quem trabalha no pátio.